Todos nós sabemos e
conhecemos o vilão e o terrorista que Magneto é nos gibis e nos filmes. Porém,
conhecemos usas origens? Ele sempre foi mau? O que aconteceu com ele para que
se tornasse um dos maiores vilões?
Antes de ser tornar
em Magneto, Erik Magnus Lehnshem era em sua juventude Max Eisenhardt, obrigado
a ver todos seus familiares morreram de perto e viver o horror dos campos de
concentração de Auschwitz.
Aqui não
encontramos uma história de heróis ou vilões, com feitos magníficos ou super
poderes, temos a histórias de pessoas querendo sobreviver ao terror e a dor da
guerra. A história de um sobrevivente.
Greg Parker acertou
muito bem quando escolheu escrever o roteiro entrelaçado a datas e fatos
verídicos da 2ª Guerra Mundial com a vida do jovem Max. E mais, Park optou por
não usar poderes mutantes na sua narrativa, apenas criou momentos onde podemos
ter uma noção da familiaridade de Max com metais. São pequenos nuances do que
está por vim.
Com acertos à
narrativa e ao rumo da história, o que tem de negativo é a arte do italiano
Carmine Di Giandomenico que possui um traço muito simples ao que a história
pede. Uma arte limitada para contar algo que seria necessário mais controle de
expressões e sequências de quadros.
Entretanto, poucos
gibis abordaram a 2ª Guerra de forma sincera, contando seus horrores. Sem final
feliz, temos apenas o fim do sofrimento de um sobrevivente. A origem de
um grande vilão que nem sempre foi mau.

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