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domingo, 1 de dezembro de 2013

Resenha - Magneto Testamento


Todos nós sabemos e conhecemos o vilão e o terrorista que Magneto é nos gibis e nos filmes. Porém, conhecemos usas origens? Ele sempre foi mau? O que aconteceu com ele para que se tornasse um dos maiores vilões?

Antes de ser tornar em Magneto, Erik Magnus Lehnshem era em sua juventude Max Eisenhardt, obrigado a ver todos seus familiares morreram de perto e viver o horror dos campos de concentração de Auschwitz.

Aqui não encontramos uma história de heróis ou vilões, com feitos magníficos ou super poderes, temos a histórias de pessoas querendo sobreviver ao terror e a dor da guerra. A história de um sobrevivente.
Greg Parker acertou muito bem quando escolheu escrever o roteiro entrelaçado a datas e fatos verídicos da 2ª Guerra Mundial com a vida do jovem Max. E mais, Park optou por não usar poderes mutantes na sua narrativa, apenas criou momentos onde podemos ter uma noção da familiaridade de Max com metais. São pequenos nuances do que está por vim.

Com acertos à narrativa e ao rumo da história, o que tem de negativo é a arte do italiano Carmine Di Giandomenico que possui um traço muito simples ao que a história pede. Uma arte limitada para contar algo que seria necessário mais controle de expressões e sequências de quadros.

Entretanto, poucos gibis abordaram a 2ª Guerra de forma sincera, contando seus horrores. Sem final feliz, temos apenas o fim do sofrimento de um sobrevivente.  A origem de um grande vilão que nem sempre foi mau.

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